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	<title>Tiago Braga</title>
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	<description>sobre projetos e pesquisas</description>
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		<title>MongoDB</title>
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		<pubDate>Thu, 24 Nov 2011 02:33:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tiago Braga</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[Fui convidado a participar do 5°ESLIS em Brasília. A minha palestra foi sobre bancos não convencionais com enfoque no MongoDB. O link para a apresentação é que eu fiz durante o evento ESLIF.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Fui convidado a participar do 5°ESLIS em Brasília. A minha palestra foi sobre bancos não convencionais com enfoque no MongoDB.</p>
<p>O link para a apresentação é que eu fiz durante o evento <a href="http://www.tiagobraga.com.br/wp-content/uploads/2011/11/ESLIF.pdf">ESLIF</a>.</p>
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		<title>Introdução sobre o MongoDB</title>
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		<pubDate>Fri, 12 Aug 2011 22:38:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tiago Braga</dc:creator>
				<category><![CDATA[Software Livre]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[bancos de dados]]></category>
		<category><![CDATA[JSON]]></category>
		<category><![CDATA[MongoDB]]></category>
		<category><![CDATA[MySQL]]></category>
		<category><![CDATA[SGBD]]></category>

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		<description><![CDATA[Durante algumas décadas, investiu-se na construção de bancos de dados orientados a objetos. A perspectiva era de que com um banco de dados orientado a objeto o mapeamento entre os dados e o banco, algo extremamente oneroso em bancos relacionais, &#8230; <a href="http://www.tiagobraga.com.br/index.php/2011/08/12/introducao-sobre-o-mongodb/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Durante algumas décadas, investiu-se na construção de bancos de dados orientados a objetos. A perspectiva era de que com um banco de dados orientado a objeto o mapeamento entre os dados e o banco, algo extremamente oneroso em bancos relacionais, pudesse ser transparente. De fato, muitos bancos foram criados durante as últimas décadas para atender à perspectiva orientada a objetos, no entanto sem muito sucesso. Uma das causas desse insucesso é porque cada linguagem trabalha com objetos de maneira diferente, sendo assim, seria necessário adaptar o banco para a linguagem específica que estivesse sendo utilizada. Outro problema é que as linguagens evoluem muito rapidamente, podendo transformar em obsoleto o mapeamento de dados pensado a 2, 3 anos. Com o amadurecimento de linguagens, como é o caso do C++ ou, mais recentemente, do JAVA, pode ser que bancos orientados a objeto voltem a ganhar força.</p>
<p>A tendência de criação de bancos NoSQL fez com que uma nova categoria de bancos surgisse. O document-oriented MongoDB é uma nova possibilidade que trabalha com o armazenamento de documentos no formato BSON, uma extensão do JSON que é muito conhecido entre os desenvolvedores JavaScript e largamente utilizado para a troca de informações na web. A principal diferença entre um documento JSON e um objeto em uma linguagem de programação orientada a objeto é que no JSON não é possível guardar métodos, no entanto permite guardar objetos e vetores – arrays – dentro de um objeto JSON.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.tiagobraga.com.br/wp-content/uploads/2011/08/mongodb11.png"><img class="alignnone size-full wp-image-76" title="mongodb" src="http://www.tiagobraga.com.br/wp-content/uploads/2011/08/mongodb11.png" alt="" width="183" height="54" /></a></p>
<p>Uma das grandes vantagens do MongoDB é justamente essa flexibilidade que o padrão BSON possibilita de se criar objetos dentro de outros objetos. Um exemplo de objeto armazenado no MongoDB é apresentado a seguir:</p>
<blockquote><p>aluno = {“nome”:”Kelvin Santana”,”período”:5,”nascimento”:”1991-02-07”}</p></blockquote>
<p>Como o formato BSON pode ser estendido, é possível acrescentar outras informações ao objeto aluno, de maneira que ele incorpore mais informações n o objeto criado, como um array de dados por exemplo.</p>
<blockquote><p>aluno =</p>
<p>{</p>
<p>“nome”:”Kelvin Santana”,</p>
<p>”período”:5,</p>
<p>”nascimento”:”1991-02-07”,</p>
<p>“disciplinas pendentes”:[“Padrões de projeto”,”Administração de banco de dados”]</p>
<p>}</p></blockquote>
<p>Também a adição de objetos completos é possível:</p>
<blockquote><p>aluno =</p>
<p>{</p>
<p>“nome”:”Kelvin Santana”,</p>
<p>”período”:5,</p>
<p>”nascimento”:”1991-02-07”,</p>
<p>“celular”:{“ddd”:”31”,“numero”:”91233342”},</p>
<p>“residencial”:{“ddd”:”31”,”numero”:”25526123”}</p>
<p>}</p></blockquote>
<p>Ou mesmo um array com objetos:</p>
<blockquote><p>aluno =</p>
<p>{</p>
<p>“nome”:”Kelvin Santana”,</p>
<p>”período”:5,</p>
<p>”nascimento”:”1991-02-07”,</p>
<p>“telefone”:[</p>
<p>{“celular”:{“ddd”:”31”,“numero”:”91233342”}},</p>
<p>{“residencial”:{“ddd”:”31”,”numero”:”25526123”}},</p>
<p>{“empresa”:{“ddd”:”31”,”numero”:”37526137”}}</p>
<p>]</p>
<p>}</p></blockquote>
<p>Todas essas estruturas são possíveis para o objeto aluno e elas podem coexistir em uma mesma Collection. A Collection é um conceito que se assemelha a uma Tabela em um banco de dados relacional. Uma Collection “alunos” pode receber todos os objetos “aluno” listados acima, mesmo que possuam características estruturais diferentes. Isso é possível por que cada Collection armazena documentos independentemente, ou seja, cada documento é independente de uma estrutura pré-fixada. O único item obrigatório para cada elemento é a chave “_id”, que é responsável por indexar todos os elementos de uma Collection e que é inserida automaticamente pelo MongoDB e que também pode ser inserida pelo desenvolvedor manualmente caso seja de interesse do mesmo.</p>
<p>Assim como uma tabela, é uma boa prática que a Collection armazene itens de um mesmo tipo básico, ou seja, a Collection “alunos” deve armazenar todos os alunos, sejam eles de graduação, ensino médio, básico ou pré-escola. Cada um desses tipos de alunos terá uma estrutura específica, como a divisão de notas e ou estrutura do curso – em semestres, anos, módulos –, mas também possuirá itens em comum. Ao procurar itens dentro de “alunos”, serão apresentados os Documents de todos os alunos cadastrados no banco. O Document é o equivalente a linhas em uma tabela de um banco relacional.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3>Quando usar?</h3>
<p>Muitas pessoas entendem o conceito do MongoDB, mas ficam em dúvida sobre quando utilizá-lo. Os desenvolvedores do MongoDB – o pessoal da 10gen – pensaram o banco para ser algo dinâmico, em que cada Collection possa ser composta por diversos outros objetos. O exemplo clássico de quando utilizar o Mongo é um blog. Mas espera aí, quem é que constrói um blog hoje em dia? Algo pouco usual, ainda mais com o WordPress disponível. Então onde? Nesta sessão você verá alguns exemplos de quando usar e quando não usar.</p>
<p>Primeiramente será apresentado onde não usar o MongoDB. Se você precisa de um sistema que realiza várias ações atomicamente, como, por exemplo, uma conta no banco em que o dinheiro precisa ser creditado numa conta e automaticamente debitado em outra, <strong>não utilize</strong> o MongoDB. Ele não aceita ações atômicas em mais de uma Collection ao mesmo tempo. O mesmo serve se você está implantando uma loja virtual e precisa fazer o controle no estoque que está em outra tabela de maneira atômica em um não pode ser feito sem o outro. Neste caso, opte por outros tipos de banco, de volta aos famosos relacionais. Não entenda o fato do MongoDB não aceitar operações atômicas para múltiplas Collections – tabelas – ao mesmo tempo, como se o MongoDB não oferecesse atomicidade. Ele oferece sim, sempre que uma Collection for alterada e acontecer uma inserção, atualização ou deleção de quaisquer Documents no Mongo, esse processo será atômico.</p>
<p>Mas se a realidade do projeto é distinta da apresentada anteriormente, especialmente se você estiver em um projeto de software social – desenvolvido para suportar a interação entre diversas pessoas – como são os casos do Facebook, Twitter e de quase todas as empresas que querem que seus visitantes interajam com o seu site, o MongoDB foi feito para o projeto. Isso por que o mongo permite objetos multiestruturados. Sendo assim, se o seu sistema possui uma página e esta página possuir comentários ou seguidores ou pessoas associadas, provavelmente a solução em MongoDB será melhor projetada. Vale também para sistemas desktop que possuam estruturas de dados complexas e não requerem atomicidade entre diversas transações.</p>
<p>Um exemplo será apresentado a seguir. Imagine um sistema de organização de horário de uma faculdade em que será necessário distribuir as disciplinas entre os diversos professores e os professores entre os diversos horários. Em um sistema desses é muito comum possuir professores que tem restrições de dia, por exemplo, só podem dar aula às segundas e terças feiras e também possuem restrição de horários, nas segundas apenas no terceiro e quarto horários. As disciplinas possuem cargas horárias semanais, então certo número de aulas têm que serem ministradas durante a semana e cada disciplina pode ser ministrada por alguns professores, sendo que apenas um será escolhido para fazê-lo.</p>
<p>Uma organização para resolver este problema em um banco de dados relacional seria algo assim:</p>
<p align="center"><a href="http://www.tiagobraga.com.br/wp-content/uploads/2011/08/horarios_relacional11.png"><img class="alignnone size-full wp-image-77" title="horarios_relacional" src="http://www.tiagobraga.com.br/wp-content/uploads/2011/08/horarios_relacional11.png" alt="" width="538" height="530" /></a><a href="http://www.tiagobraga.com.br/wp-content/uploads/2011/08/horarios_relacional11.png"><br />
</a></p>
<p>Esta solução foi feita da maneira mais simples possível para atender todos os requisitos listados acima. Em uma estrutura JSON, a solução seria um pouco mais simples, com apenas duas Collections.</p>
<p><a href="http://www.tiagobraga.com.br/wp-content/uploads/2011/08/horarios_mongo0111.png"><img class="alignnone size-full wp-image-78" title="horarios_mongo01" src="http://www.tiagobraga.com.br/wp-content/uploads/2011/08/horarios_mongo0111.png" alt="" width="294" height="183" /></a></p>
<p><a href="http://www.tiagobraga.com.br/wp-content/uploads/2011/08/horarios_mongo0211.png"><img class="alignnone size-full wp-image-79" title="horarios_mongo02" src="http://www.tiagobraga.com.br/wp-content/uploads/2011/08/horarios_mongo0211.png" alt="" width="317" height="216" /></a></p>
<p>Este é um tipo de sistema em que vale a pena optar pelo MongoDB.</p>
<p>Sistemas que necessitam fazer versionamento, ou seja, alguns usuários utilizam uma versão e outras utilizam uma nova, encontram no MongoDB uma alternativa perfeita para suportar o sistema. Isso por que como os Documents não precisam de estrutura fixa, os utilizadores de uma versão podem ter uma estrutura de dados e os de outra uma estrutura diferente, sem que isso cause qualquer inconsistência no banco e sem que você precise trabalhar com uma série de NULLS no tratamento de dados de qualquer uma das versões que estão no servidor. Basta disponibilizar a nova versão, atualizar os dados dos usuários que a utilizarão e pronto. Seu sistema já estará funcionando em modo multiversionado.</p>
<p>Por fim, o Mongo também oferece muita rapidez no acesso e a possibilidade de criar Shards de maneira muito otimizada.</p>
<p>Posteriormente será apresentado um pouco mais sobre o mecanismo de armazenamento de dados do MongoDB, como instalá-lo e utilizá-lo em aplicações cotidianas.</p>
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		<title>ASP.NET &#8211; primeiras impressões</title>
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		<pubDate>Fri, 01 Jul 2011 16:43:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tiago Braga</dc:creator>
				<category><![CDATA[Projetos]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[ASP.NET]]></category>
		<category><![CDATA[linguagem de programação]]></category>
		<category><![CDATA[web]]></category>

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		<description><![CDATA[Depois de muito tempo relutando, decidi aprender o ASP.NET e investi meu tempo lendo um livro da APRESS. A primeira impressão foi muito boa, já que peguei a tecnologia amadurecida (.NET 4.0) e com um conhecimento de estruturas de linguagem &#8230; <a href="http://www.tiagobraga.com.br/index.php/2011/07/01/asp-net/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Depois de muito tempo relutando, decidi aprender o ASP.NET e investi meu tempo lendo um livro da APRESS.</p>
<p>A primeira impressão foi muito boa, já que peguei a tecnologia amadurecida (.NET 4.0) e com um conhecimento de estruturas de linguagem já avançado, mas foi só começar a trabalhar na linguagem para começar a ver os problemas.</p>
<p>O primeiro é a mania da Microsoft de tentar redesenhar a roda. Um exemplo são as tags personalizadas (ie &lt;asp:TextBox&#8230;, &lt;asp:Label&#8230; etc). A lógica dessa abordagem é muito ruim, já que um desenvolvedor (que provavelmente sabe ou será obrigado a saber HTML) terá que aprender novas tags proprietárias da Microsoft para advinha só, o .NET convertê-las novamente em tags HTML padrão. Por mais que eu tenha tentando, não consegui descobrir como as pessoas engoliram isso. É muito ruim. No projeto que estava desenvolvendo (<a title="Site da Adecom" href="http://www.adecom.com.br/" target="_blank">www.adecom.com.br</a>) optei por utilizar as tags HTML padrão e apenas acrescentar o atributo runat=&#8217;server&#8217;. Depois percebi que a aposta da Microsoft, o <a title="Página do MVC" href="http://asp.net/mvc" target="_blank">MVC</a>, já recomenda esta abordagem. Nunca é tarde para superar um erro.</p>
<p>Outro problema grave da lógica de funcionamento são os IDs (re)gerados no servidor. Dessa forma, se você cria uma tag &lt;a ID=&#8217;nome1&#8242;&#8230; o .NET irá automaticamente convertê-lo em &lt;a ID=&#8217;nomeASPNET1&#8242;&#8230; O problema dessa abordagem é que não será possível acessar o elemento via JavaScript ou CSS. A solução para este segundo caso é usar o &#8220;ClientIDMode&#8221; que permite informar ao .NET que o ID daquele elemento específico é estático.</p>
<p>Do lado positivo, a MasterPage, idéia muito boa e altamente produtiva. Fiquei muito surpreso ao descobrir que é possível ter várias MasterPages em um mesmo projeto. Isso é muito útil quando se tem páginas que precisam ser acessadas através de um login e páginas que estão liberadas para o público em geral.</p>
<p>Outro ponto interessante é a webConfig, que permite configurações globais para a aplicação e que me pareceu bem segura e fácil de acessar (por exemplo para pegar a String de Conexão).</p>
<p>Bom, é isso. Estou iniciando os meus estudos em MVC e depois postarei um artigo sobre a linguagem. Pretendo ainda este ano estudar o Ruby on Rails e fazer um comparativo dos dois.</p>
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		<title>Gramática de Livre Contexto &#8211; BNF</title>
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		<pubDate>Mon, 16 Mar 2009 19:48:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tiago Braga</dc:creator>
				<category><![CDATA[EAD]]></category>
		<category><![CDATA[Software Livre]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[BNG]]></category>
		<category><![CDATA[gramática de livre contexto]]></category>
		<category><![CDATA[linguagem de programação]]></category>

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		<description><![CDATA[As gramáticas de livre contexto, também conhecidas como BNF (Backus-Naur form) foram essênciais para a descrição das linguagens de programação. Criada inicialmente para descrever o Algol 58 e aperfeiçoada para o Algol 60, a BNF permite muita expressividade ao dar &#8230; <a href="http://www.tiagobraga.com.br/index.php/2009/03/16/gramatica-de-livre-contexto-bnf/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>As gramáticas de livre contexto, também conhecidas como BNF (Backus-Naur form) foram essênciais para a descrição das linguagens de programação. Criada inicialmente para descrever o Algol 58 e aperfeiçoada para o Algol 60, a BNF permite muita expressividade ao dar forma a uma linguagem de programação (LP).</p>
<p>Na disciplina de LP que ministro na <a href="http://www.pucminas.br/" target="blank" title="PUC Minas">PUC Minas</a> é utilizada uma BNF para que os alunos tenham uma idéia de como ocorre o processo de análise de uma linguagem. Como parte da disciplina foi desenvolvido um <strong>Analisador de Sintaxe</strong> em JavaScript que pode ser utilizado para explicar o conceito e facilitar o processo de entendimento da Teoria.</p>
<p>O projeto é liberado para uso pedagógico, quem quiser acessá-lo, basta clicar no <a href="http://www.tiagobraga.com.br/downloads/analisadorsintaxe.htm" target="blank" title="Analisador Sintaxe">link do analisador</a>.</p>
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		<title>TWG Madeiras</title>
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		<pubDate>Mon, 15 Dec 2008 17:38:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tiago Braga</dc:creator>
				<category><![CDATA[EAD]]></category>

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		<description><![CDATA[Está lançado o site www.twgmadeiras.com.br. A empresa TWG é mais uma opção de boa qualidade para aquisição de Madeiras Imunizadas. Boa sorte pra vocês Equipe TWG!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Está lançado o site <a href="http://www.twgmadeiras.com.br" target="blank">www.twgmadeiras.com.br</a>. A empresa TWG é mais uma opção de boa qualidade para aquisição de Madeiras Imunizadas.</p>
<p>Boa sorte pra vocês <strong>Equipe TWG</strong>!</p>
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		<title>Curso Java Gratuito &#8211; AVACEFETMG</title>
		<link>http://www.tiagobraga.com.br/index.php/2008/12/05/curso-java-gratuito-avacefetmg/</link>
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		<pubDate>Fri, 05 Dec 2008 16:50:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tiago Braga</dc:creator>
				<category><![CDATA[EAD]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[java curso ead ava cefet tecnologia programação avacefetmg]]></category>

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		<description><![CDATA[Esta semana o grupo de pesquisa AVACEFETMG lançou um curso de JAVA SWING a distância. Além de contar com uma equipe altamente capacitada na confecção e preparação do material, o curso tem ainda uma grande vantagem. É totalmente gratuito. A &#8230; <a href="http://www.tiagobraga.com.br/index.php/2008/12/05/curso-java-gratuito-avacefetmg/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Esta semana o grupo de pesquisa <a href="http://www.avacefetmg.org.br/" target="blank" title="AVACEFETMG">AVACEFETMG</a> lançou um curso de JAVA SWING a distância. Além de contar com uma equipe altamente capacitada na confecção e preparação do material, o curso tem ainda uma grande vantagem. É totalmente <strong>gratuito</strong>. A iniciativa faz parte de uma pesquisa que está sendo desenvolvida pelo grupo. Em pouco tempo serão publicados artigos relatando a experiência.</p>
<p><img src="http://www.tiagobraga.com.br/wp-content/uploads/2008/12/imagem-java4311.jpg" alt="imagem_java.jpg" height="64" width="85"/></p>
<p>Para quem tem interesse em realizar o curso, basta acessar o endereço: <a href="http://ead.avacefetmg.org.br" target="blank" title="http://ead.avacefetmg.org.br">http://ead.avacefetmg.org.br</a>.</p>
<p><strong>Público alvo</strong></p>
<p>O curso foi desenvolvido para pessoas que fazem cursos relacionados a área de tecnologia ou que já programam, mas nada impede que pessoas que ainda não tiveram nenhum contato com linguagens de programação façam o conteúdo. Ele foi projetado para permitir a aprendizagem de qualquer pessoa.</p>
<p><strong>Equipe</strong></p>
<p>Abaixo a equipe do grupo AVACEFETMG que está participando desse projeto:</p>
<ul>
<li><span style="WORD-SPACING: 0px; FONT: bold 13px/19px tahoma; TEXT-TRANSFORM: none; COLOR: rgb(95,95,95); TEXT-INDENT: 0px; WHITE-SPACE: normal; LETTER-SPACING: normal; BORDER-COLLAPSE: collapse; TEXT-ALIGN: justify; orphans: 2; widows: 2; webkit-border-horizontal-spacing: 0px; webkit-border-vertical-spacing: 0px; webkit-text-decorations-in-effect: none; webkit-text-size-adjust: auto; webkit-text-stroke-width: 0" class="Apple-style-span">Prof. Dr. José Wilson da Costa <br/></span> Lattes:<a href="http://lattes.cnpq.br/4411956765694711" target="blank" title="http://lattes.cnpq.br/4411956765694711">http://lattes.cnpq.br/4411956765694711</a></li>
<li><span style="WORD-SPACING: 0px; FONT: bold 13px/19px tahoma; TEXT-TRANSFORM: none; COLOR: rgb(95,95,95); TEXT-INDENT: 0px; WHITE-SPACE: normal; LETTER-SPACING: normal; BORDER-COLLAPSE: collapse; TEXT-ALIGN: justify; orphans: 2; widows: 2; webkit-border-horizontal-spacing: 0px; webkit-border-vertical-spacing: 0px; webkit-text-decorations-in-effect: none; webkit-text-size-adjust: auto; webkit-text-stroke-width: 0" class="Apple-style-span">Rogério Rocha <br/></span> Lattes: <a href="http://lattes.cnpq.br/8191622707214190" target="blank" title="http://lattes.cnpq.br/8191622707214190">http://lattes.cnpq.br/8191622707214190</a></li>
<li><span style="WORD-SPACING: 0px; FONT: bold 13px/19px tahoma; TEXT-TRANSFORM: none; COLOR: rgb(95,95,95); TEXT-INDENT: 0px; WHITE-SPACE: normal; LETTER-SPACING: normal; BORDER-COLLAPSE: collapse; TEXT-ALIGN: justify; orphans: 2; widows: 2; webkit-border-horizontal-spacing: 0px; webkit-border-vertical-spacing: 0px; webkit-text-decorations-in-effect: none; webkit-text-size-adjust: auto; webkit-text-stroke-width: 0" class="Apple-style-span">Amilcar Peres dos Santos <br/></span> Lattes: <a href="http://lattes.cnpq.br/6092607703163228" target="blank" title="http://lattes.cnpq.br/6092607703163228">http://lattes.cnpq.br/6092607703163228</a></li>
<li><span style="WORD-SPACING: 0px; FONT: bold 13px/19px tahoma; TEXT-TRANSFORM: none; COLOR: rgb(95,95,95); TEXT-INDENT: 0px; WHITE-SPACE: normal; LETTER-SPACING: normal; BORDER-COLLAPSE: collapse; TEXT-ALIGN: justify; orphans: 2; widows: 2; webkit-border-horizontal-spacing: 0px; webkit-border-vertical-spacing: 0px; webkit-text-decorations-in-effect: none; webkit-text-size-adjust: auto; webkit-text-stroke-width: 0" class="Apple-style-span">Flávia Lamounier Gontijo <br/></span> Lattes: <a href="http://lattes.cnpq.br/3943389626236206" target="blank" title="http://lattes.cnpq.br/3943389626236206">http://lattes.cnpq.br/3943389626236206</a></li>
<li><span style="WORD-SPACING: 0px; FONT: bold 13px/19px tahoma; TEXT-TRANSFORM: none; COLOR: rgb(95,95,95); TEXT-INDENT: 0px; WHITE-SPACE: normal; LETTER-SPACING: normal; BORDER-COLLAPSE: collapse; TEXT-ALIGN: justify; orphans: 2; widows: 2; webkit-border-horizontal-spacing: 0px; webkit-border-vertical-spacing: 0px; webkit-text-decorations-in-effect: none; webkit-text-size-adjust: auto; webkit-text-stroke-width: 0" class="Apple-style-span">Juliana Danielle dos Reis Pereira <br/></span> Lattes: <a href="http://lattes.cnpq.br/8289590652288808" target="blank" title="http://lattes.cnpq.br/8289590652288808">http://lattes.cnpq.br/8289590652288808</a></li>
<li><span style="WORD-SPACING: 0px; FONT: bold 13px/19px tahoma; TEXT-TRANSFORM: none; COLOR: rgb(95,95,95); TEXT-INDENT: 0px; WHITE-SPACE: normal; LETTER-SPACING: normal; BORDER-COLLAPSE: collapse; TEXT-ALIGN: justify; orphans: 2; widows: 2; webkit-border-horizontal-spacing: 0px; webkit-border-vertical-spacing: 0px; webkit-text-decorations-in-effect: none; webkit-text-size-adjust: auto; webkit-text-stroke-width: 0" class="Apple-style-span">Tiago Emmanuel Nunes Braga <br/></span> Lattes:<a href="http://lattes.cnpq.br/8376134230259399" target="blank" title="http://lattes.cnpq.br/8376134230259399">http://lattes.cnpq.br/8376134230259399</a></li>
<li><span style="WORD-SPACING: 0px; FONT: bold 13px/19px tahoma; TEXT-TRANSFORM: none; COLOR: rgb(95,95,95); TEXT-INDENT: 0px; WHITE-SPACE: normal; LETTER-SPACING: normal; BORDER-COLLAPSE: collapse; TEXT-ALIGN: justify; orphans: 2; widows: 2; webkit-border-horizontal-spacing: 0px; webkit-border-vertical-spacing: 0px; webkit-text-decorations-in-effect: none; webkit-text-size-adjust: auto; webkit-text-stroke-width: 0" class="Apple-style-span">Welber Amaro Souza Santos <br/></span> Lattes: <a href="http://lattes.cnpq.br/4400711575433325">http://lattes.cnpq.br/4400711575433325</a></li>
</ul>
<p>Essa é sem dúvida uma grande oportunidade para as pessoas que tem interesse na área.</p>
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		<item>
		<title>Pedagogo 2.0: O papel do pedagogo na EAD</title>
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		<pubDate>Thu, 04 Dec 2008 21:31:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tiago Braga</dc:creator>
				<category><![CDATA[EAD]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[pedagogo ead web 2.0 tecnologia]]></category>

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		<description><![CDATA[Esta semana fui convidado para ministrar uma palestra para os alunos de pedagogia da UEMG. O tema solicitado foi: O papel do pedagogo na EAD. Baseado em minha experiência de quase 10 anos trabalhando com EAD montei um rascunho sobre &#8230; <a href="http://www.tiagobraga.com.br/index.php/2008/12/04/pedagogo-20-o-papel-do-pedagogo-na-ead/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Esta semana fui convidado para ministrar uma palestra para os alunos de pedagogia da <a href="http://www.uemg.br/" target="blank" title="Universidade Estadual de Minas Gerais">UEMG</a>. O tema solicitado foi: O papel do pedagogo na EAD. Baseado em minha experiência de quase 10 anos trabalhando com EAD montei um rascunho sobre a importância do Pedagogo na Educação a Distância. Claro que não esgotei o tema (e nem conseguiria fazê-lo), mas acredito que já é possível ter uma idéia sobre o assunto.</p>
<p>O primeiro ponto a se destacar é que o Ensino a Distância não se resume ao <em>e-learning</em> (<em>eletronic learning</em>). Tende-se a resumir EAD ao processo de ensino que utiliza computadores e ambientes virtuais como meio de acesso, mas a verdade é que a EAD já existe a muito tempo. O <a href="http://www.institutouniversal.com.br/" target="blank" title="Instituto Universal Brasileiro">Instituto Universal Brasileiro</a> que o diga, pois com suas revistas já formou milhares de pessoas.</p>
<p>Com esta perspectiva é possível refletir sobre o que compõe o EAD. Seu sucesso se dá através de 4 pilares principais:</p>
<ul>
<li><strong>Alunos:</strong> tem que estar dispostos a aprender a partir da perspectiva de distância</li>
<li><strong>Gestão:</strong> responsável por mediar a aprendizagem</li>
<li><strong>Instituição:</strong> tem que assumir a opção de oferecer formação a distância.</li>
<li><strong>Conteúdo:</strong> deve ser trabalhado de maneira a favorecer o processo de ensino e aprendizagem.</li>
</ul>
<p>O pedagogo tem atuação principal em dois desses itens, o <strong>Conteúdo</strong> e a <strong>Gestão</strong>. Alguns autores defendem que a <strong>Tecnologia</strong> também seria um dos pilares. Apesar de ser muito importante, acredito que a tecnologia é um meio utilizado, mas não um fator que defina o <strong>EAD</strong>, mesmo por que a tecnologia pode variar. Utilizando o <em>e-learning</em> temos os LMSs (<em>Learning Manegment System</em>), mas se utilizásse-mos um método menos moderno, as revistas do <a href="http://www.institutouniversal.com.br/" target="blank" title="Instituto Universal Brasileiro">Instituto Universal</a> serviriam muito bem.</p>
<p>Inicialmente referia-se ao pedagogo que trabalhava com EAD como sendo o <em>Design</em> Instrucional. Esta denominação veio do inglês (<em>Instrutional Design</em>), mas sua tradução não resolve bem o termo, uma vez que <em>Instrutional</em> teria a ver com o processo de aprendizagem, muito mais amplo do que o termo Instrucional em português. Na verdade a função do pedagogo nesse contexto seria atuar como um Design de Aprendizagem. Alguém responsável por planejar como o processo de ensino e aprendizagem irá acontecer. Dessa forma, o pedagogo teria as seguintes atribuições para cada uma de suas duas formas de atuação, com o conteúdo e com a gestão.</p>
<p><strong>Conteúdo</strong></p>
<ol>
<li>Adaptar a linguagem do conteúdo inicial (chamado de material bruto) para o ambiente em que o curso será disponibilizado. <br/><br/>Ler um livro é muito diferente de ler uma tela de computador, por exemplo, uma vez que no ambiente virtual existem diversos &#8220;ruídos&#8221; que podem acontecer e o conteúdo deve ser preparado levando-se em consideração esses fatores. Alguns exemplos de &#8220;ruídos&#8221; são: programas de mensagens instantâneas, músicas, outros sites carregados em abas ou browsers diferentes, programas que estão abertos etc. <br/></li>
<li>Prever problemas que os alunos poderão ter no processo de aprendizagem. <br/><br/>O pedagogo deve procurar utilizar o olhar de &#8220;aluno&#8221; ao construir o conteúdo e com isso, perceber quais são as principais dificuldades que o aluno terá ao realizar o conteúdo. Dessa forma será possível disponibilizar material complementar em pontos críticos.</li>
</ol>
<p><strong>Gestão</strong></p>
<ol>
<li>Estar afinado com a tecnologia utilizando, ficando assim preparado para atender ao aluno. <br/><br/>Ao se propor tutoriar um curso o pedagogo deve ter domínio total dos recursos existentes na tecnologia utilizada para disponibilizar o conteúdo aos alunos. Dúvidas tecnológias poderão comprometer o trabalho de tutoria e consequentemente a experiência do aluno no processo de ensino e aprendizagem. <br/></li>
<li>Domínio do conteúdo <br/><br/>O pedagogo deve também conhecer o conteúdo que foi disponibilizado aos alunos. Não se trata de exigir que o profissional da educação esgote o tema, mas sim de que ele tenha segurança sobre o que está sendo abordado no material, entendendo o conteúdo disponibilizado por completo, compreendendo assim o processo pelo qual os alunos estão passando.</li>
</ol>
<p>Essa foi a temática abordada na palestra. Sei que este conteúdo pode ser aprofundado e espero fazer isso com um artigo científico que deverá ser publicado em breve. Abaixo estou postando os slides utilizados na apresentação.</p>
<p>Abraços e até a próxima!</p>
<div style="width:425px;text-align:left" id="__ss_818987"><object width="425" style="margin:0px" height="355"><param name="movie" value="http://static.slideshare.net/swf/ssplayer2.swf?doc=ead-1228421935009341-9&amp;rel=0&amp;stripped_title=pedagogia-x-ead-presentation"/><param name="allowFullScreen" value="true"/><param name="allowScriptAccess" value="always"/><embed src="http://static.slideshare.net/swf/ssplayer2.swf?doc=ead-1228421935009341-9&amp;rel=0&amp;stripped_title=pedagogia-x-ead-presentation" allowscriptaccess="always" height="355" width="425" allowfullscreen="true" type="application/x-shockwave-flash"/></object></div>
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		<item>
		<title>Explosão da internet: Ela também aconteceu no Brasil! (Estatísticas de utilização)</title>
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		<pubDate>Tue, 18 Nov 2008 13:55:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tiago Braga</dc:creator>
				<category><![CDATA[EAD]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[internet estatística ibge cgi utilização]]></category>

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		<description><![CDATA[Ao pesquisar sobre as taxas de utilização da internet foi possível perceber em um estudo do CETIC.BR que a utilização da internet agora sim começa a ser popular no Brasil. A grande rede já não é exclusividade das regiões Sul &#8230; <a href="http://www.tiagobraga.com.br/index.php/2008/11/18/explosao-da-internet-ela-tambem-aconteceu-no-brasil-estatisticas-de-utilizacao/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ao pesquisar sobre as taxas de utilização da internet foi possível perceber em um estudo do <a href="http://www.cetic.br/" target="blank" title="CETIC.BR">CETIC.BR</a> que a utilização da internet agora sim começa a ser popular no Brasil. A grande rede já não é exclusividade das regiões Sul e Sudeste, mas passaram a ser muito utilizadas também nas regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste. Prova disso é que o <a href="http://www.ibge.gov.br/" target="blank" title="IBGE">IBGE</a> também tem revelado estudos que apontam na mesma direção.</p>
<p>Esse aumento poderia ser facilmente observado por qualquer pessoa atenta a questão, mas a novidade é que os estudos apontam para uma &#8220;explosão&#8221; no acesso de pessoas pertencentes às classes C e D e que isso se deve principalmente à facilidade de acesso oferecido pelas <em>Lan Houses</em>, o que traz várias perspectivas de projetos possíveis para EAD.</p>
<p>Com certeza muitas conclusões se darão sobre esses estudos ainda. Após uma análise mais aprofundada será postado nesse espaço os itens mais relevantes encontrados.</p>
<p>Até lá!</p>
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		<title>O padrão SCORM 2004</title>
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		<pubDate>Sat, 26 Jul 2008 16:35:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tiago Braga</dc:creator>
				<category><![CDATA[EAD]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>

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		<description><![CDATA[Esta semana passada estive na maravilhosa cidade de Aracajú para ministrar um curso sobre SCORM para a equipe da TECNED, da Fanesee da Universidade Federal de Sergipe. Para que isso fosse possível tive que estudar novamente toda a documentação para &#8230; <a href="http://www.tiagobraga.com.br/index.php/2008/07/26/o-padrao-scorm-2004/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Esta semana passada estive na maravilhosa cidade de Aracajú para ministrar um curso sobre <strong>SCORM</strong> para a equipe da <a href="http://www.tecned.com.br/" target="_blank" title="TECNED - Tecnologia para Educação">TECNED</a>, da <a href="http://www.fanese.edu.br/" target="_blank" title="Faculdade de Negócios de Sergipe">Fanese</a>e da <a href="http://www.ufs.br/" target="_blank" title="Universidade Federal de Sergipe">Universidade Federal de Sergipe</a>. Para que isso fosse possível tive que estudar novamente toda a documentação para me preparar para o curso&#8230; Na verdade a idéia é dar consultoria em SCORM para a equipe que está desenvolvendo o projeto NewWiki e que pretende integrar tecnologias de Wiki e e-Learning.</p>
<p>Ao estudar a documentação no SCORM foi necessário analisar também a documentação das versões 1.2 pois a versão 1.3 (2004) ainda não é unanimidade apesar de suas diversas melhorias. Isso pode ser constatado nas empresas que desenvolvem conteúdo e que na maioria absoluta das vezes utiliza a versão 1.2 e mesmo nas empresas que contratam desenvolvimento, que solicitam a produção de conteúdo na versão 1.2. Em agosto a <a href="http://www.datis.com.br/" target="_blank" title="DATIS EAD">DATIS</a> estará dando um treinamento no Rio de Janeiro na versão 1.2 do SCORM para uma multinacional brasileira. Isso parece realmente incoerente tendo em vista as diversas melhoras que a versão 1.3 promoveu, dentre elas o recurso de <strong>Sequência e Navegação</strong> que permite que cada experiência de aprendizagem seja única, adaptando uma mesma organização de conteúdo para diversas e pessoais experiências dos alunos. Além disso tem o amadurecimento do core, que é o esquema de atributos do SCORM, e o aumento de portabilidade e facilidade de utilização de conteúdos. Mas parece que isso não é tão importante, pois as empresas nacionais que utilizam o SCORM não têm interesse em alterar o processo e implantar as mudanças em seus produtos. Não sei se isso ocorre também em outros países, mas pela quantidade de softwares que são produzidos para desenvolvimento SCORM 2004 no exterior parece que é uma realidade apenas brasileira.</p>
<p>Enquanto isso, a <a href="http://www.adlnet.gov/" target="_blank" title="Site oficial da ADL">ADL</a> anunciou em Junho a 4ª versão da documentação do SCORM 2004 e também a chamada pública de papéis com idéia para o SCORM 2.0, a nova versão do padrão que será implantada pela <a href="http://www.letsi.org/" target="_blank" title="LETSI">LETSI</a>.</p>
<p>Neste meio tempo nós, profissionais de EAD, vamos trabalhando com os padrões mais modernos possíveis e oferecendo a melhor qualidade naquilo que somos bons, disponibilizar conteúdos para EAD, sejam eles em SCORM 1.2, 1.3 ou quem sabe em breve 2.0.</p>
<p><br/><br/>
<p class="zoundry_bw_tags">
  <!-- Tag links generated by Zoundry Blog Writer. Do not manually edit. http://www.zoundry.com --><br />
  <span class="ztags"><span class="ztagspace">Technorati</span> : <a href="http://technorati.com/tag/e-learning" class="ztag" rel="tag">e-learning</a>, <a href="http://technorati.com/tag/scorm" class="ztag" rel="tag">scorm</a></span> <br/><span class="ztags"><span class="ztagspace">Del.icio.us</span> : <a href="http://del.icio.us/tag/e-learning" class="ztag" rel="tag">e-learning</a>, <a href="http://del.icio.us/tag/scorm" class="ztag" rel="tag">scorm</a></span></p>
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		<item>
		<title>Lançado site www.escoladetodos.com.br</title>
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		<pubDate>Sun, 18 May 2008 19:27:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tiago Braga</dc:creator>
				<category><![CDATA[DATIS]]></category>
		<category><![CDATA[EAD]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Software Livre]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>

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		<description><![CDATA[Já está no ar o site www.escoladetodos.com.br. O site é uma proposta inovadora para o ensino de cursos profissionalizantes pela internet. Baseado em um sistema próprio, o site consiste em cursos profissionalizantes que podem ser realizados através do cartão Escola &#8230; <a href="http://www.tiagobraga.com.br/index.php/2008/05/18/lancado-site-wwwescoladetodoscombr/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Já está no ar o site <a href="http://www.escoladetodos.com.br" target="_blank" title="Escola de Todos">www.escoladetodos.com.br</a>. O site é uma proposta inovadora para o ensino de cursos profissionalizantes pela internet. Baseado em um sistema próprio, o site consiste em cursos profissionalizantes que podem ser realizados através do cartão Escola de Todos (ao preço de R$ 15,00). Este projeto piloto pretende disponibilizar cursos de formação profissional a baixo custo para pessoas que não tem acesso a esse tipo de formação.</p>
<p>Mais informações podem ser obtidas no site <a href="http://www.escoladetodos.com.br" target="_blank" title="Escola de Todos">www.escoladetodos.com.br</a>.</p>
<p>Até mais!</p>
]]></content:encoded>
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